Evolução

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Conhecem a Dieta Dissociada?

Na prática: nada de macarrão à bolonhesa e arroz com bife! Porque ingerir carboidratos e proteínas faz o organismo liberar mais insulina, que inibe a ação da lipase (enzima que "queima" a gordura). Por isso, a separação favorece o emagrecimento.



Quanto ao melhor horário para consumir um ou outro tipo de nutriente, deveríamos levar em conta as necessidades do organismo. Pela manhã, o corpo pede carboidratos, porque precisa de energia. À noite nos preparamos para dormir, relaxar e enfrentar um período longo sem comer. A proteína provoca maior sensação de saciedade, evitando os famosos "assaltos à geladeira".

A grande vantagem seria porque a pessoa poderia seguir a dieta pelo resto da vida, porque não há restrição a qualquer tipo de nutriente. Os alimentos são apenas separados, mas tudo o que o corpo precisa é consumido ao longo do dia. 

Essa dieta seria mais saudável do que as restritivas que existem, porque ajuda quem precisa a perder peso, sem provocar danos à saúde por causa do desequilíbrio nutricional. Um regime que só permite carboidratos no prato, por exemplo, a médio e longo prazos, leva ao acúmulo de triglicérides no sangue. Já uma dieta só de proteínas pode provocar aumento de colesterol e ácido úrico.

Segundo levantamento feito por um spa médico que anos adota a dieta dissociada, é possível uma redução mensal de até 10% do peso do paciente. Exemplo: uma mulher de 56 anos conseguiu perder 48 quilos em apenas cinco meses. De acordo com o médico, ela apresentava, no início, problemas de artrose no joelho e muita dificuldade para andar, pois pesava 118 quilos em 1,65m de altura.

Após emagrecer fica mais fácil, inclusive, adaptar-se melhor aos exercícios, pois muitas vezes o excesso de peso gera constrangimentos ou atrapalha a realização de esforços físicos.

Basicamente, os alimentos a serem consumidos são assim distribuídos:

Café-da-manhã:

Para beber, opte por leite desnatado, leite de soja, chá, café e suco sem açúcar. Acompanha torradas, pães e cereais com geléias diet e light ou margarina light.

Lanche da manhã:
Uma fruta e/ou barra de cereais sem açúcar.

Almoço:
- Entrada: verduras e legumes (crus, cozidos ou grelhados).

- Prato principal com carboidrato: massas, tubérculos (batata e mandioca), arroz, feijão e outras leguminosas (ervilha, lentilha, grão-de-bico).
- Sobremesa: frutas.

Lanche da tarde:
Iogurte desnatado e sem açúcar, queijos magros e gelatina.

Jantar:
- Entrada: saladas e sopas com verduras e legumes.

- Prato principal: carnes magras grelhadas, cozidas ou assadas. Evite as peles de frango e as gorduras das carnes. Se preferir, acompanhe com ovos e queijos.
- Sobremesa: pudins, manjares ou gelatinas, todos diet.

Lanche noturno:
- Caldos, chás, iogurtes e queijos.

As porções são de acordo com o bom senso que uma boa adepta à RA sabe muito bem medir.

Fonte:  Terra Alimentação

terça-feira, 11 de maio de 2010

Parei de fumar. E agora????


Parei de fumar desde setembro do ano passado. E percebi que meus finais de semana tem sido duríssimos desde lá... Andei lendo a respeito disso. E tirei algumas conclusões importantes. Descobri uma das principais causas dos meus escorregões nos finais de semana. E pretendo corrigir isso.


Sabe quando um pudim parece irresistível (e eu nem gosto de pudim) ou quando aquela feijoada, que parecia inofensiva, transforma-se no pecado dominical e o resultado aparece na balança na segunda-feira? Pois é. A culpa é da falta de nicotina no organismo! Explico. Na verdade, a nicotina ofuscava meu paladar e meu olfato e desde que parei de fumar os alimentos, literalmente, mudaram de sabor e ficaram muito mais gostosos. Calorias em festa e prontas para atacar minha inocente dieta, caso eu não tome algumas atitudes. Parar de fumar pode fazer engordar pouco ou muito, mas engorda!

Nicotina X Metabolismo:

O metabolismo do fumante é muito mais acelerado, e a nicotina funcionava como uma espécie de inibidor de apetite pra mim. Quando parei de fumar comecei a sentir mais fome. O metabolismo acaba normalizando e, como já faz algum tempo que larguei o vício, já até voltou ao normal. Acontece que a necessidade de ingerir ou ter algo na boca para preencher o vazio do cigarro não para! E é isso que pode me levar a um aumento de peso.
Fumantes geralmente são mais magros, pois tem um desgaste energético nocivo ao organismo, provocado por modificações no metabolismo, como mudanças do ritmo cardíaco.
O aumento de peso pode variar de pessoa a pessoa, e em alguns casos, pode até haver perda de peso quando deixam de fumar. Mas, em geral, todo fumante que pretende parar deve estar consciente do risco de engordar e planejar alternativas para o problema.
Eu estava consciente. Mas não sei se me preparei o suficiente.

Atividades físicas:

Dizer “tchau” ao cigarro aguça a percepção do aroma dos alimentos, o paladar fica bem mais apurado, portanto, a gente come mais e ganha peso.
A solução seria adotar hábitos saudáveis, priorizar as atividades físicas, optar por uma alimentação mais equilibrada, livre de excesso de açúcar e gordura. Até aqui tudo ok. Continuei indo à academia, continuei na RA firme e forte. As atividades físicas desempenham um papel importantíssimo no combate ao tabagismo, pois liberam endorfina e serotonina, hormônios que proporcionam a mesma sensação de prazer provocada pela nicotina quando fumamos.

Durante a semana fica tudo muito mais fácil: trabalho o dia todo, chego em casa tarde, vou à academia à noite. Mas é nos finais de semana que eu perco o controle sobre a alimentação saudável e os exercícios. É como se eu quisesse recompensar as minhas perdas e meu sacrifício de 5 dias em dois. Não fumo, logo tenho que manter a boca ocupada com algo que libere no meu cérebro a sensação de bem estar e satisfação. E as ofertas são sempre tentadoras e deliciosas. Penso: ‘já me privo de comer e de fumar... mas um docinho, uma pizza e uma batata frita eu mereço’... e lá se vai o ‘lucro’ da semana!

domingo, 9 de maio de 2010

Magra para sempre

Meninas,

Adoro quando vocês comentam dizendo que eu sou um exemplo. Saibam que só consigo me ver como exemplo de persistência. Porque a minha disciplina é como sabonete molhado: escorrega muito!!! Por isso, estou sempre buscando dicas, alimentos e coisas que me mantenham na linha (e no peso).
Achei essa reportagem e resolvi compartilhar com vocês porque essas dicas são pra vida toda. Em vermelho, os meus comentários.


Balança sob controle

Aposte nestes três itens para permanecer com o peso conquistado sem sofrimento

1. SOJA
GRÃO SUPERPODEROSO

Além de ajudar a afinar com mais rapidez e facilidade, essa delícia também tem um papel importante na manutenção do peso. “Mas os resultados só aparecem se o consumo de 1 concha pequena por dia for regular e por tempo prolongado. Além disso, é claro que não adianta nada comer soja freqüentemente e continuar a ingerir outros alimentos com altas quantidades de gordura e caloria”, alerta Adriana. Fique atenta!
Frequentemente eu substituo a carne por PTS (proteína de soja texturizada). Podem acompanhar aqui que alguns meses eu já tenho usado várias vezes por semana. Aqui no Mercado Público de Porto Alegre tem uma banca macrobiótica que vende vários formatos de PST ('carne moída', 'bife', 'tirinhas pra strogonoff', etc.). Além disso, consumo leite de soja às vezes também em substituição ao leite desnatado.  Uso a soja por dois motivos: (1) ao contrário dos laticínios e carne vermelha ela não faz a gente reter líquidos e é mais facilmente digerível, (2) não sou lá muito carnívora e adoro preparar novidades com "carne de soja" (que eu conheci desde pequena nas merendas escolares da escola pública). Ajuda a manter o peso? Beleza!!! Não largo mais a soja!!!

2. FIBRAS
SACIEDADE GARANTIDA

Existem dois tipos de fibras na natureza: as insolúveis, que regularizam o trânsito intestinal, e as solúveis, que reduzem a fome e dificultam a digestão e a absorção de gorduras e carboidratos. Por isso, invista nelas aumentando o consumo de soja, maçã, cenoura, aveia, alho, banana, chicória e aspargos.
Folhas verdes e aveia sempre fizeram parte da minha RA. Banana também adoro. Alho então... meu tempero preferido!!! Dificuldade nenhuma em manter essas delícias no meu cardápio! Só a cenoura que eu dispenso. Talvez misturada ao arroz integral (que eu acho bem mais saboroso que o branco sem graça) e olhe lá.

3. ALIMENTOS MAGROS
MAIS COMIDA, MENOS CALORIAS

Escolha opções com baixos teores de gordura, principalmente as do tipo saturada, já que elas não apenas engordam como ajudam a aumentar o colesterol e os triglicérides. Sendo assim, vá de frutas, legumes, verduras e carnes magras, como peixe e frango. Quanto aos produtos diet e light, a nutricionista Adriana avisa: “A maioria deles prioriza a restrição calórica e tem deficiência de algumas vitaminas e minerais. Isso contribui para o efeito sanfona, porque a pessoa que os consome com freqüência acaba enjoando, voltando aos antigos hábitos alimentares e ganha peso novamente”.
Eu só consumo gordura em excesso quando cometo deslizes. Diariamente até acho que a gordura que eu consumo é pouca (e talvez seja o que atrapalha o meu intestino). A verdade é que eu tenho uma relação complicada com a gordura (8 ou 80). Ou me afundo num prato de batata frita, num bifão à milanesa, numa picanha com aquela capinha (hummmm); ou deleto do meu cardápio por inteiro e faço arroz, lentilha, feijão e taé bifes sem NADA de gordura.

Fonte: Corpo a Corpo



Os 10 mandamentos da manutenção do peso


1-Praticar exercícios físicos regularmente
Para manter-se magro, a dica é sempre praticar exercícios e encarar a ginástica como um hábito tão imprescindível quanto escovar os dentes.
Faço uma hora de academia pelo menos 3x por semana.

2- Pesar com frequência
Quem se pesa com freqüência sabe manejar melhor a alimentação e a atividade física. Mas não é preciso ir à balança depois de cada refeição. Os especialistas recomendam pesagens às sextas-feiras e aos domingos.
Subo à balança pelo menos 1 vez por semana (às vezes mais).

3- Não perder o controle nos fins de semana
A dieta deve ser de segunda a segunda. Tome cuidado com os fins de semana onde uma feijoada ou uma pizza enorme sempre entra no cardápio. Pode até ser mais liberal, mas é preciso ter limites. Andar de bicicleta ou fazer uma caminhada, ainda que leve, também ajuda a manter o controle das calorias.
Ai, não tô conseguindo manter a disciplina exata. Mas podem ter certeza que eu comeria muito mais se não estivesse de dieta!

4- Tomar café da manhã todos os dias
O café da manhã deve de ser reforçado. A primeira refeição do dia é muito importante e quem toma café da manhã tende a comer com mais freqüência e em porções menores, o que ajuda a manter o peso.
Acho importantísimo e fico frustrada quando não faço. Escrevi sobre isso esses dias, lembram?

5- Ingerir poucas calorias
Isso porque poucas calorias não quer dizer comer pouco. Só vai comer como passarinho quem escolher alimentos muito calóricos. Quem sabe selecionar bem o que come não passa fome.
Fazer as trocas inteligentes e as escolhas certas garantem que a gente jamais passe fome. Jamais!!!

6- Limitar o consumo de gordura
A gordura não está só naquele pedaço suculento de picanha ou na manteiga do pãozinho, mas nos sorvetes cremosos, no pão de queijo e no leite integral de todo dia.
Sorvetes e queijos é impossível largar. Chocolates também. O jeito é consumir com moderação e escolher os que contém mais fibras.

7- Evitar comer fora de casa – e preparar as próprias refeições
Ao fazerem as refeições em casa, as pessoas conseguem ter um controle maior sobre o que ingerem. Esse domínio aumenta quando elas preparam a própria comida.
Tenho levado a minha marmita sempre que dá. Ajuda a controlar o tamanho da porção e também os ingredientes do preparo.

8- Fazer cinco refeições diárias
O organismo “interpreta” um jejum prolongado como um sinal de alerta para economizar energia e, assim, manter as funções vitais. Portanto, faça intervalos de três ou quatro horas entre as refeições, para que o nível metabólico se mantenha equilibrado.
Faço 4 e não consigo fazer a quinta. Raramente como algo antes da academia.

9- Pensar em calorias
Não é necessário saber o valor calórico exato dos alimentos, o mais importante é ter uma boa idéia do que se come e de quanto se come.
É o famoso bom senso, né gurias? A gente sabe o que é melhor e o que é pior.

10- Eliminar o fast-food do cardápio
Combinar hambúrguer, batata frita e refrigerante na alimentação é algo devastador. Esses alimentos são ricos em carboidratos e muito calóricos. A pessoa se sente empanturrada assim que come, mas em uma hora já tem fome de novo.
Sinceramente, acho eliminar uma palavra muito forte. Tudo que é proibido é mais gostoso, desde os tempos da nossa infância. Na minha humilde opinião: o jeito é deixar essas coisinhas pra ocasiões MUITO especiais em que não há como substituir as fritas por salada e o refrigerante por água ou suco (ou refri light). No McDonald's dá pra substituir fritas por salada e escolher o que beber. Já fiz isso várias vezes e a salada Caesar deles é uma delícia!

Fonte: Saúde Plena

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